Prefeitura interdita a Rua Brasiluso Lopes.
São Paulo, 06 de agosto de 2007
JP\REPORTER PERY
São Paulo, 06 de agosto de 2007
JP\REPORTER PERY
Segundo a imprensa em geral(vendida), a gestão atual da prefeitura da cidade de São Paulo desde a transmissão do cargo de prefeito a Gilberto Kassab por José Serra, obteve em algumas áreas resultados satisfatórios, mas noutras catastróficos.
A incorporação da Vigilância Ambiental em Saúde envolve alguns processos mais gerais que tem ocorrido no sistema de saúde brasileiro, tal como a descentralização de ações de saúde e a reestruturação do campo da vigilância em saúde. Por outro lado, será necessária a delimitação mais precisa do objeto de trabalho da vigilância ambiental em saúde e sua diferenciação em relação a áreas tradicionais da saúde coletiva como a vigilância sanitária e a vigilância epidemiológica. Neste trabalho ressalta-se a exposição como objeto específico da vigilância ambiental em saúde, que deve ser tratada não como um atributo da pessoa, mas do conjunto de relações complexas entre a sociedade e o ambiente. Esse esforço pressupõe também a ampliação das ações ambientais coordenadas pelo setor saúde, que tem se mantido como parceiro de outros setores, principalmente nas ações de saneamento. A vigilância ambiental em saúde também estende sua atuação sobre fatores biológicos representados por vetores, hospedeiros, reservatórios e animais peçonhentos, bem como fatores não biológicos como a água, o ar, o solo, contaminantes ambientais, desastres naturais e acidentes com produtos perigosos.10
Esse novo campo de atuação do setor saúde carece ainda de instrumentos de avaliação e controle. Entre as metodologias propostas para a vigilância ambiental em saúde destaca-se o papel do mapeamento e da avaliação de riscos, bem como a incorporação da abordagem epidemiológica para questões ambientais.
O modelo conceitual da vigilância das situações de risco é baseado no entendimento que as questões pertinentes às relações entre saúde e ambiente são integrantes de sistemas complexos, exigindo abordagens e articulações interdisciplinares e transdisciplinares,15 palavras de ordem da promoção da saúde. Atuar nessa perspectiva é reconhecer e encarar a complexidade inerente ao processo de produção da saúde, exigência do atual estágio no qual as sociedades defrontam, a um só tempo, a necessidade de garantir a permanência e democratização das condições ambientais favoráveis à vida já conquistadas nas sucessivas etapas do desenvolvimento e de reivindicar a correção ou mitigação das conseqüências desfavoráveis desse mesmo desenvolvimento. Engajada na tarefa de consolidar o SUS, a Vigilância Ambiental em Saúde deve emergir tendo a intersetorialidade e a interdisciplinaridade como pressupostos e a humildade como atitude.
Cidadania local
S.O.S\BRASIL
O governo federal anuncia programa de titulação de propriedade de moradias nas favelas. Só cabe aplaudir, naturalmente. Mas muitos cuidados terão que ser tomados, como resultado da experiência na execução de programas semelhantes no Rio de Janeiro e em outras cidades brasileiras.
Em primeiro lugar a necessidade de criterioso e às vezes difícil cadastramento sócio-econômico dos moradores. Entre outras situações complicadas, serão encontradas moradias partilhadas por mais de uma família ou cujo acesso passa por posses de terceiros. Ao mesmo tempo, passar à indispensável elaboração de um plano diretor para definir acessos, com a delimitação física de cada posse e dos espaços públicos, fixação de limites do conglomerado e um ante-projeto de obras indispensáveis de urbanização e saneamento, ainda que sem previsão de prazo de execução. É a condição para evitar a expansão desordenada, conflitos internos entre vizinhos e agressões futuras aos direitos decorrentes da titulação. Empresas de consultoria de engenharia e escritórios de arquitetura devem ser mobilizados para esse trabalho, mais complexo do que pode parecer numa primeira abordagem.
A propriedade deve ser registrada em nome da mãe de família, a menos que exista vínculo matrimonial jurídico formal do casal que, nesse caso, terá a propriedade, em regime próprio. De fato, predominam, nessas ocupações irregulares, famílias regidas pela mãe. Ainda que presente, observa-se que a figura do pai de família é freqüentemente transitória, efêmera ou rotativa em muitas uniões "de fato". A mãe é a figura que define a identidade e uma possível estabilidade ou continuidade da família. Deve ser, portanto, a detentora do título de propriedade.
Para o caso de pessoas detentoras de posses múltiplas, para fins de locação, cada vez mais comum, a titulação deve ser onerosa. Com efeito, crescem os investimentos em construção de moradias, geralmente precárias, em favelas, para serem alugadas por seus posseiros, quase sempre com aluguéis abusivos em relação ao valor do investimento. Nem sempre residem no local. Não devem ser beneficiados por titulação gratuita da propriedade, devendo ser tratados como investidores imobiliários, capazes de pagar um valor significativo pela titulação, que neste caso seria obrigatória.
É comum a "venda de laje", ou seja, o direito de construir sobre a laje do teto da casa do posseiro que a vende. Essa faculdade deve ser regulada para coibir ampliações arriscadas, com acréscimos sucessivos de pavimentos sem garantia de estabilidade estrutural.
Não pode ser concedida a titulação para moradias em locais de risco de deslizamentos ou inundações, ou ainda de grave risco de degradação ambiental. Assim, impõe-se prever a relocação das famílias nesta situação para lugares seguros, no mesmo aglomerado ou favela, ou em moradias construídas especialmente para essa relocação em outros locais próximos. É quase sempre traumática a relocação de uma família para locais distantes do seu mercado de trabalho.
Há casos que exigirão apuração difícil mas necessária. Trata-se da posse obtida por violência, com a expulsão do posseiro anterior sob ameaça física, praticada por bandidos ou quadrilhas do tráfico de drogas, geralmente para instalar na moradia usurpada companheiras e filhos de traficantes. Será preciso apurar portanto a origem da posse atual para não beneficiar o autor da violência. Ainda assim, diante de situações "de fato", somente conceder o título de propriedade à mãe de família efetivamente residente, com prova testemunhal inequívoca, impedindo desta forma a sua expulsão futura pelo mesmo autor da violência, o que ocorre a cada conflito familiar nesse quadro.
Finalmente, há que regular de alguma forma o direito de transmissão de propriedade, envolvendo testemunhas qualificadas que assegurem não se tratar de venda forçada, sob ameaça, ocorrência infelizmente freqüente na venda de direitos de posse.
Considerando a integração anunciada e necessária das ações ministeriais, caberia ao novo Ministério das Cidades desenvolver programas que capacitem os estados e municípios brasileiros, conforme suas respectivas atribuições, a levar saneamento básico e urbanização a esses aglomerados urbanos irregulares. É a condição para que se reduzam enfermidades e sejam facilitados acessos decentes aos seus moradores, sem o que a titulação da propriedade terá pouco efeito prático. Ao Ministério da Justiça caberia promover a simplificação dos procedimentos legais e burocráticos para a titulação, com a redução de custas ou gratuidade dos registros imobiliários correspondentes.
Os efeitos sociais de um programa dessa natureza, se bem conduzido, serão notáveis.
carta do morador R. Dias_:clique para aumentar e leia.
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JP.COM:CARTA DE MORADOR
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sexta-feira, julho 20 2007 - 07:49 |
Saneamento Básico - o Filme: Bem distante da fossa
por Felipe Rabello Gonçalves, da Redação
"Saneamento Básico - O Filme" é claramente uma obra sem grandes pretensões artísticas. Apesar disso - ou até mesmo por isso -, muito agradável de ser assistida. A história de uma comunidade gaúcha que pretende usar um prêmio de R$ 10 mil para filmar um curta-metragem a fim de realizar uma obra no esgoto local é, para dizer o mínimo, diferente. Muitas das situações do longa são verdadeiramente engraçadas, fugindo dos clichês do gênero. Furtado (dir.) dirige Lázaro Ramos e Fernanda Torres Ao contrário do que fez em obras anteriores, o diretor Jorge Furtado amplia aqui o seu leque de personagens. Ele ataca uma situação social séria - a questão de saúde que envolve o esgoto a céu aberto - de forma leve, levando em consideração a ingenuidade dos personagens. Esse fator, contudo, não os impede de fazer um filme verdadeiramente engraçado e, claro, amador, mesmo com a edição "profissional" de Zico (o ótimo Lázaro Ramos), para quem "a fossa não é tão importante quanto contar uma história", como afirmou em entrevista recente. Outra crítica presente em "Saneamento..." é a questão do mau uso do dinheiro público no Brasil, o que, direta ou indiretamente, acaba por prejudicar os patrocínios culturais, e o desenrolar da história é uma prova disso. O grupo de atores principais está bem entrosado e carrega de forma leve a história, mesmo que a sobreposição de seus desejos pessoais ante os coletivos seja evidente.

Moradores se dizem indignados pela piora gradativa no atendimento da prefeitura e da SABESP.
O Córrego Guaraú no Jardim Peri foi transformado em uma fossa a Céu aberto.
JP\Repórter: Cidadão
O córrego Guaraú, que passa atrás do posto de Saúde do Pery, entre as avenidas’’ Pery Ronchetti e Condessa Amália Matarazzo, no bairro Jardim Pery, foi totalmente transformado em verdadeira lixeira e uma fossa a céu aberto. Os mais prejudicados têm sido os moradores próximos ao local, que são obrigados a conviver com o mau cheiro diário devido à grande quantidade de lixo e do esgoto a céu aberto.
O morador Joel Soares Ferreira, 44 anos, reclama que a situação piorou muito nesses últimos anos, segundo Joel’’ A Sra. minha mãe, (Dona. Aparecida, mal pode se locomover ou andar de sua residência para a igreja, supermercado ou na casa de um vizinho, pelo o motivo deste verdadeiro esgoto a céu aberto, a rua esta totalmente interditada, num verdadeiro lamaceiro.
Pessoas de outras localidades que passam pelo local também dizem estar incomodadas com o problema. O aposentado Sr. Hermes Siqueira Fafer, 68 anos, é um deles. Ele conta que mesmo não sendo morador do bairro, tenta, há muito, colaborar com meios de solucionar a questão caótica encontrada na rua Brasiluso Lopes.
Segundo o aposentado, por várias vezes, cobrou em pedidos aos serviços de atendimento da prefeitura ‘’ 156 ‘’ e via internet, reclamou á Coordenadoria das subprefeituras, e pessoalmente com alguns vereadores da cidade e até hoje nada conseguiu. Diz que enquanto o mundo luta para preservar o meio ambiente, aqui no Jardim Peri, a destruição é total. O córrego foi transformado em uma via de descarga de lixo, esgoto e rede de transmissão de doenças.
INDIGNAÇÃO A dona-de-casa Valdirene Almeida, 46 anos moradora na rua Edgar Salles, é uma das mais indignadas com a situação.’’ As crianças vivem correndo perigo de contrair doenças, já que quando não estão na escola, brincam próximo ao local. Valdirene conta que o córrego passa nos fundos de sua residência e por isso, tanto ela como as crianças estão reféns dessa situação de abandono a quase 8 anos. Minha casa é invadida por moscas e pernilongos, O córrego vive constantemente assoreado e já esta sem ser limpo a mais de 2 anos, lotado de lixo o mau cheiro constante é insuportável”.
. “Quando o sol está quente, a situação piora. Há muito tempo sofremos com essa situação. Não temos nem prazer de nos alimentar direito”, conta, ressaltando que por várias vezes, representantes da regional casa verde e da SABESP estiveram no local prometendo limpeza e a construção de uma obra de rede de esgotos na área, mas nunca cumpriram a promessa. “Eles só vem aqui na época da eleição e depois não voltam mais. Estamos cansadas de cobrar e de esperar”, completa a Sra. Valdirene.
A Secretaria Municipal de Serviços Públicos (SMSP), através da Assessoria de comunicação da prefeitura responde que uma obra de infra-estrutura esta para ser iniciada no Bairro do Jardim Pery. Canalizando o Córrego Guaraú o grande problema da região será resolvido. Essa de reurbanização no bairro certamente trará a melhora significativa para todos.
A SABESP, afirma a retirada do esgoto a céu aberto com a construção da Caixa elevatória na Rua Brasiluso, mas o problema de inundações da desta via de problema da prefeitura, só mesmo o rebaixamento da calha do córrego resolveria de vez os problemas.
Robinson Dias
20 dias depois de uma reunião com o Sr. Antonio Chiaretto, assessor e o coordenador de obras José Eduardo da regional Casa Verde, fica um ar de desentendimento e de desconfiança no que foi prometido. A promessa feita chegou a fazer a gente voltar
acreditar nas palavras deles, mas era pura impressão de conto do PINÓCHIO’’.
Diante dos sérios problemas enfrentados aqui na rua Brasiluso Lopes, uma simples limpeza pelas equipes da regional já seria uma prova da presteza no atendimento, mas nem isso foram capazes de cumprir. Muito lixo acumulado vem com a água da chuvas, a nossa rua é localizada na parte baixa e com a lei da física tudo o que é jogada irregularmente vem para aqui.
É uma grande vergonha ter uma rua desta, antes totalmente utilizada, trafegada e limpa, hoje na situação em completo abandono por falta de atitude e atendimento a prefeitura.
Programação do evento comemorativo do jardim pery
10/05/2009 (domingo) - das 15h às 22h
Avenida Mariana Caligiori Ronchetti
A ENTRADA É FRANCA
Monica Borges sábado, julho 14 2007 - 12:25 |
| Enviada: Sabado, 14 Julho 2007 9:18 am Assunto: Desrespeito e descaso as leis de trânsito. -------------------------------------------------------------------------------- Meus Caros vizinhos do Pery, Resido numa avenida,que é sabidamente problemática, com relação a áreas livres para estacionamento ( Av. Pery Ronchetti). Normalmente a empresa responsável pela sinalização e demarcão de trânsito não tem executado suas tarefas,a fiscalização nunca realizou uma ação de verdade no bairro. J não basta o grande fluxo no transito, caótico demais todos os dias, a falta de plcas de advertencia faz o transito ficar ainda pior e ja não se sabe quais são as regras de estacionamento validas por aqui. Até mesmo os frequentadores da Igreja Nossa Sra. da Penha, na pracinha, ignoram as regras e desrespeitam as normas e leis de trânsito, causando assim transtornos para os moradores e para o tráfego do local. O comércio local não se responsabiliza pelo mal que provocam, o supermercado pery que nao tem terminal de cargas comete atrocidades no sistema viário de todo o bairro, manobras irregulares são uma constância e acidentes são frequentes, as reclamações feitas não tem surtido muito efeito. Sugiro uma reportagem a respeito, relatando esse fato e cobrando das autoridades responsáveis uma atitude. Atenciosamente, Monica Borges |
Leni Augusta quinta-feira, julho 12 2007 - 12:02 |
| Se a limpeza do córrego fosse feita, como sempre era já ajudaria, mas isso teria que ser feito constantemente. “Nenhum ser humano merece viver numa vida dessas. As pessoas acabam desistindo de morar aqui e isso atrapalha o crescimento do bairro”, completa,“Apesar de querer que chova devido à época de estiagem, ao mesmo tempo dou graças a Deus por não chover, pois o córrego já está cheio e se vier um temporal sei que vai dar enchente novamente”, diz a dona-de-casa, acrescentando que espera que a canalização do córrego seja efetuada o mais rápido possível. ... voces sabem onde esta o prefeito?? |
Paulo Reis quarta-feira, julho 11 2007 - 01:48 |
| Gostaria de saber da Sabesp se o esgoto das residências são direcionados para os corregos. Se sim, é uma grande vergonha pois pagamos uma taxa de esgoto para sentirmos o cheiro horrível por várias avenidas de nossa Cidade. Com relação a obra que está sendo executada no corrégo do Jd Peri, não possue placa nenhuma do prazo, valor, empresa, etc... Assim, fica fácil como de costume meterem a mão. Outra coisa. Na Praça da Av. Mariana Ronchetti, fizeram uma passagem que não permite duas pessoas passarem lado a lado. Creio que o orçamento previa uma obra adequada para duas ou mais pessoas, cadeira de rodas, etc... Mas, a pouca vergonha que impera neste país, não permite. Infelizmente, não existe também quem fiscalize estás "obras". |